No ventre a música, feição entre dois nós.
No ventre a raiz, bojo do passado.
No ventre a palavra, escandalizando intimidades.
No ventre o fio a esculpir o futuro.
No ventre o desejo a sonhar o porvir.
No ventre a vontade, desenhando o presente.
No ventre a víscera, remoendo o infinito.