sábado, 23 de janeiro de 2010

Em clima de despedida

            Despedida é uma palavra nem sempre gostável. Mas talvez devesse ser. Afinal para poder receber ou dar os cumprimentos a quem sai de um lugar é preciso que se tenha ido a algum lugar e isso, por si só, já é grande coisa.
             A questão é que nem sempre queremos renunciar a algo. Nem sempre queremos que a coisa finde.
             Mas o bonito da palavra é que ela implica a ação de cessar, logo, pressupõe que fizemos algo e que deixaremos de fazer. Para substituir o que deixamos, haveremos de inventar algo novo.
             A palavra despedida também contém em si a ideia de “arremessar, lançar de si”. Eu gosto dessa imagem de ser lançado em outras plagas, de se arremeter no destino.
             Hoje é dia de despedidas. Estou deixando as terras aqui do Norte e retorno ao meu país com um universo de experiências memoráveis.
             Difícil dizer adeus para os que aqui ficarão. Fácil e prazenteiro rever velhos amigos.
             Até o Brasil, então.

3 comentários:

kenia disse...

Querida Sílvia,

os abraços são paradoxais; os que acolhem são intensos quanto os que se despedem, mas são díspares no sentimento.
Meu coração pulou de alegria em saber da sua volta!
Quero abraçá-la com a intensidade da minha alegria em tê-la de volta.
Beijos
Kênia Cleto

Carol Tulpar disse...

Hello Silvia,

Safely home? I got your message on my last post.

What are you posting these days?

Homecoming?

Boa Sorte

Carol

Maninha disse...

Sil querida, te espero na Trilhas. Tenho saudades de ti.
Não demore!